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Instalação do Arcediagado Norte

No dia 10 de setembro, na Paróquia Anglicana Boas Novas, Caaporã/PB, foi instalado oficialmente pelo Bispo Diocesano, Dom João Peixoto, o Arcediagado Norte, que compreenderá a ação missionária em nossa Diocese, compreendendo os estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Piauí. A Celebração presidida por nosso Bispo Diocesano Dom João Peixoto, contou com múltiplos momentos especiais:

Batismo de Igor Gabriel; confirmações de Viviana e Raíssa; instituição ao ministério leigo de Ricardo Mororó e instituição da Venerável Arcediaga Revda. Eliane Cristina, que auxiliará nosso Bispo na Região Norte da Diocese.

Os bancos do Templo ficaram totalmente preenchidos, não sendo suficientes para acomodar a todas as pessoas. Acompanharam o Bispo na ocasião, a Revda. Lílian Conceição, presidenta do Conselho Diocesano e Secretária Diocesana de Missão, além dos irmãos Antonio Amaro e Dionízio.

Nas palavras do Bispo Peixoto: Uma linda e abençoada celebração na Paróquia Anglicana das Boas Novas, Caaporã PB, onde houve batismo, confirmações, instituição ao ministério leigo do Sr. Ricardo Mororó e a instalação da Revda. Eliane Cristina como Arcediaga do Norte. Uma emocionante festa, onde nos reunimos na celebração e saímos em missão.

Ordenação Diaconal na Catedral

No último Sábado, 05/08, ocorreu a Ordenação Diaconal do Rev. Izaías Torquato. Foi um momento muito emocionante para a Catedral, para a Diocese e para todas as pessoas que compareceram. Pedimos orações pela vida, pela família e pelo ministério do mais novo Diácono da Igreja de Cristo.

“Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações.” (Jeremias 1:5)

  

Igreja Anglicana celebra em Natal união com noivos divorciados

JÉSSICA PETROVNA / NOVO jornal

JULHO 30, 2017

Nadja Maria e André Luis: acolhidos pela Igreja Anglicana

 “Venho de uma família de tradição católica apostólica romana, onde fui batizado e sempre frenquentei às missas, mas isso não significa que eu concordo com todos os dogmas que são ensinados no catolicismo”. É assim que o servidor público André Luis Fontes, 35, define sua fé e conta de onde veio o interesse em se casar na Igreja Anglicana, vertente inglesa do cristianismo que segue ritos semelhantes mas desconstruiu algumas regras da outra.

André descobriu a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil quando decidiu contrair casamento com a administradora Nadja Maria da Rocha, 39, que também é católica e vivia em um impasse: já era divorciada, mas não queria abrir mão da cerimônia religiosa em sua segundao nupcias, algo não permitido pelo Vaticano.

Outra questão que preocupava os noivos era o desejo de realizar uma cerimônia simples, que fosse celebrada em lugar aberto e durante o dia, mas sem abrir mão das bênçãos do sacerdote.

Dentro das tradições do catolicismo, um casamento religioso entre Nadja e André seria impossível, já que, pela cartilha da igreja, pessoas divorciadas não podem se unir novamente nem se realiza cerimônias fora do templo religioso.

Foi durante os preparativos para a festa e em meio aos conflitos que preocupavam o casal, que Nadja e André descobriram a Igreja Anglicana no stand de uma feira de noivas. Foi nessa vertente do cristianismo que o casal encontrou uma forma de se unir pela lei de Deus e em consonância com o histórico dos próprios noivos.

Nadja relembra da celebração realizada em maio passado emocionada e conta que não consegue assistir o vídeo da cerimônia ou ver as fotos sem chorar. Ela conta que, ao pensar sobre o casamento, não se sentia acolhida dentro da tradição católica e que “não entendia como uma boa filha podia ser excluída dentro da igreja”. O acolhimento que esperava da religião, Nadja afirma que encontrou na vertente anglicana.

Além da possibilidade de ter um casamento religioso mesmo sendo divorciada e de realizar a cerimônia em um espaço aberto, o casamento teve outras particularidades, como a história do casal sendo recitada em cordel e a noiva entrando na igreja antes do noivo. “Todos os nossos amigos saíram do casamento dizendo que a cerimônia tinha sido a nossa cara. Eu não poderia ter feito uma escolha mais feliz”, relata Nadja Maria.

Ela conta ainda que desde o casamento, realizado em maio deste ano, a gravidez do primeiro filho do casal e os compromissos com trabalho a impediram de continuar frenquentando a igreja, mas que pretende voltar para batizar o seu filho e frequentar às missas anglicanas.

Assim como Nadja e André, diversos outros casais buscam essa vertente cristã no momento de planejar o casamento ou cultivar a fé nas celebrações religiosas rotineiras.

De acordo com o reverendo da Igreja Anglicana em Natal, Gecionny Pinto, 36, os principais motivos para os casais procurarem o anglicanismo são a vontade de casar em espaços abertos, um dos noivos ser divorciado ou a disparidade religiosa entre os noivos.

A igreja realiza cerimônias inter-religiosas, já tendo unido, por exemplo, católicos a espíritas e umbandistas a evangélicos. Nessas celebrações, por sinal, o reverendo da Igreja Anglicana pode atuar em conjunto com representantes da outra religião.

“Já celebrei casamentos com palestrantes espíritas e com pastores evangélicos, por exemplo. Nesses casos, a leitura da bíblia pode ser intercalada à leitura de textos de outras religiões”, exemplifica o reverendo Gecionny Pinto.

Gecionny Pinto, reverendo da Igreja Anglicana em Natal

Sonhava em ser sacerdote, mas sem aderir ao celibato

A relação do reverendo Gecionny Pinto com a Igreja Anglicana começou em 2001, quando estudava História na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e descobriu que a capela da instituição realizava tanto missas católicas como anglicanas.

Gecionny conta que desde a adolescência sonhava com o sacerdócio, mas não conseguia conciliar isso à vontade de casar e constituir família. “Eu queria muito ser sacerdote da igreja, mas não acreditava que conseguiria passar pelo celibato”, relata.

Por causa desse impasse, o sonho do sacerdócio foi esquecido ao longo de sua adolescência até que, em 2001, Gecionny conheceu a Igreja Anglicana e descobriu que a vertente aceita que reverendos contraiam casamento. Nessa época, começou a se dedicar a igreja e estudar teologia e, desde 2011, é pároco da igreja em Natal.

Para ele, o anglicanismo pode ser definido como “um catolicismo aberto à modernidade”. Como principais diferenças entre a sua fé e a Igreja Católica Apostólica Romana, Gecionny Pinto cita o acolhimento que os noivos recebem para casar onde se sentem mais a vontade; a permissão para o casamento de sacerdotes, a presença de mulheres no sacerdócio – madres e bispas – e o avanço nas discussões sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com ele, em outros países, como o Canadá, o casamento entre pessoas do mesmo sexo já é uma realidade, mas o reverendo é livre para aceitar fazer as cerimônias ou não. No Brasil, o tema ainda está sendo estudado, mas precisa da aprovação de maior parte dos representantes da igreja.

O reverendo também destaca o posicionamento crítico da Igreja Anglicana frente a questões políticas e sociais, como as reformas trabalhista e da previdência. “A Igreja entende que essas reformas vão prejudicar os setores menos favorecidos da sociedade, enquanto os privilegiados do Executivo, Legislativo e Judiciário não serão afetados”, defende.

Sobre esses temas, a episcopal brasileira publicou uma carta aberta em abril deste ano. No documento, a reforma da previdência é apontada como impacto “desumano” para a Previdência Social Brasileira. Sobre a reforma trabalhista, a carta ressalta que “a prevalência do acordado sobre o legislado” aponta para consequências como o “enfraquecimento da remuneração do trabalho e de expansão das formas informais e ilegais de contratação”.

Outra atuação da episcopal brasileira em questões sociais de ampla discussão foi o lançamento de duas cartilhas: uma de combate a violência contra a mulher e outra sobre direitos, gênero e diversidade sexual.

Apesar do engajamento em causas sociais, Gecionny ressalta que o mais importante a dizer sobre o anglicanismo é que tem como principal característica “a humanidade”.

“As pessoas são humanas e não adianta forçar ao outro um discurso de perfeição porque ninguém é perfeito. Jesus não fez acepção de pessoas, ele acolhia as pessoas e é isso que queremos reproduzir. Se uma pessoa tiver que mudar algum comportamento, acreditamos que esse processo tem que ser natural e não a partir de uma imposição da igreja. Vivemos em um momento de muita intolerância e, frente isso, nossa ideia é acolher todas as pessoas”, destaca.

Rei Henrique VIII promove a reforma em 1534

De acordo com Gecionny Pinto, a vertente do cristianismo surgiu ainda no século II, mas um dos fatos históricos mais marcantes para a religião foi a separação entre as igrejas Católica e Anglicana. O episódio aconteceu em 1534 e ficou conhecido como Reforma Anglicana.

Na época, o então rei da Inglaterra, Henrique VIII, mudou a religião oficial do país porque o papa se recusava em aceitar a anulação do casamento entre ele e sua primeira esposa, a rainha espanhola Catarina Aragão.

A Reforma Anglicana transformava a Inglaterra em um país cuja religião oficial seguia ritos similares ao catolicismo, mas a representação máxima da igreja era a figura do monarca e não a do papa. Hoje, a rainha Elizabeth II é considerada chefe política da Igreja Anglicana na Inglaterra e, apesar de não interferir diretamente nas decisões das paróquias brasileiras, é a anglicana mais famosa no mundo. A maior liderança espiritual da Comunhão Anglicana é o Arcebispo de Cantuária, atualmente, Sua Graça Dom Justin Welby.

No Brasil, a Igreja Anglicana chegou por volta de 1808, mas, a princípio, era exclusiva para os ingleses que viviam no país, segundo informações do historiador e reverendo Gecionny Pinto.

Apenas em 1890, em Porto Alegre (RS), começaram a surgir as primeiras igrejas anglicanas voltadas para brasileiros. Ainda de acordo com o reverendo, a abrangência do anglicanismo no Brasil ainda está muito concentrada na região Sul, que conta com três dioceses da igreja.

No entanto, para o reverendo, “a igreja anglicana não tem o objetivo de converter membros de outras religiões ou se expandir, mas ser uma presença de Deus na vida das pessoas que, por algum motivo, não se sentem acolhidas em suas próprias igrejas”.

Em Natal, a religião chegou há cerca de 20 anos em uma missão da Diocese Anglicana do Recife, a única presente no Nordeste.

A paróquia da Igreja Anglicana em Natal fica localizada na Avenida Senador Carlos Alberto, bairro Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte da cidade.

Também são realizadas missas no Lar da Vovozinha, organização sem fins lucrativos que cuida de cerca de 40 idosas na capital.

Presença Episcopal em Caruaru

No último Domingo, 23/07, a Missão Anglicana São João Batista e Comunidade Anglicana Semente de Mostarda, receberam Dom João C. Peixoto Filho, para participar de momentos celebrativos, que incluíram o batizado de 4 crianças: Yasmin, Vitor, Lucas e Douglas, a recepção de novos anglicanos: Benedito, Karinny e Tibério, e a instituição ao Ministério Leigo do irmão Ronaldo Sales.
Na oportunidade, o Bispo reconheceu oficialmente a Comunidade Anglicana Semente de Mostarda. Também recebemos a visita do Rev. Severino Abel, da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro, que atualmente desempenha seu ministério em Minas Gerais. O Rev. Abel foi convidado pelo Bispo para celebrar a Eucaristia.
Somos gratos ao Senhor pelas bênçãos recebidas nesses três anos de trabalho missionário de reconstrução da Missão Anglicana no Agreste de Pernambuco.

Ordenação Diaconal em Lajedo – PE

No último sábado, 22/07, o Bispo Diocesano Dom João C. Peixoto Filho, ordenou ao Diaconato, o nosso irmão Ivaldo Panta.
Em uma celebração abençoada, nosso agora mais novo diácono da Diocese Anglicana do Recife, Rev. Ivaldo Izaías Panta, juntamente com sua esposa, Silvania, e os filhos Luam e Lamonny, receberam amigos e pessoas interessadas em conhecer a Igreja Anglicana e prestigiar a ordenação diaconal.
Nossa Diocese esteve representada pelos clérigos: Rev. Eduardo Cavalcanti, Revda. Lílian Conceição, Rev. Claudio Linhares, Revda. Lílian Linhares, o Bispo Diocesano Dom João C. Peixoto Filho e Dom Filadelfo Oliveira Neto (DARJ).

O Rev. Ivaldo é, juntamente com os Reverendos Claudio e Lílian Linhares, responsável pela Comunidade Anglicana São Francisco de Assis, em Lajedo-PE, e se aproximou da Igreja Anglicana desde o ano 2000, quando conheceu Dom Almir (na época, Bispo Diocesano da Diocese de Brasília), que apresentou a Igreja Anglicana durante  um Encontro Intereclesial.

Convite Ordenação Diaconal

Dom João Câncio, Bispo da Diocese Anglicana do Recife, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, no 4º ano de sua Sagração Episcopal, convida Vossa Senhoria, Exma. Família e Comunidade, para participar da Cerimônia de ordenação ao diaconato do Candidato Izaias Torquato.

Local: Catedral Anglicana do Bom Samaritano
Rua José Maria de Miranda, 560
Boa Viagem, Recife – PE, 51111-250.

Primeiro sábado de agosto, dia 5, a partir das 17h.

Contamos com sua oração e ilustre presença.

Ordenação Diaconal

A Diocese Anglicana do Recife, a Missão Anglicana São João Batista (Caruaru/PE) e a Comunidade Anglicana São Francisco de Assis (Lajedo/PE), convidam todo o povo de Deus para participar da Ordenação Diaconal de Ivaldo Izaías Panta, a realizar-se na Escola Jornalista Manoel Amaral, Avenida 19 de Maio, nº 353 – Lajedo – PE, em 22 de Julho de 2017, no horário das 17:00.

XXXII Concílio Diocesano

Entre os dias 15 e 18 de junho de 2017, no Centro Anglicano de Convivência Cristã, aconteceu o XXXII Concílio da Diocese Anglicana do Recife. O concílio que teve por tema “A Fé bem provada produz Perseverança” (Tg 1.3) foi marcado pelo sentido de união entre os irmãos e irmãs, nossa história e a forte presença do Espírito Santo.

A celebração de abertura, que teve a recepção a nossa Comunhão do Sr. Antônio Amaro do N. Filho, foi marcada pelo sermão do Revmo. Bispo da Diocese Anglicana do Recife, Dom João Câncio Peixoto Filho. Em seu sermão o Diocesano resgatou, a partir do tema do Concílio, a história de perseverança de nossa diocese no compromisso com o seguimento de Jesus. “Por sobre as distensões e dificuldades, Deus tem nos capacitado para o serviço ao Reino de Deus nesta Diocese”, disse o Bispo.

Os dias de sexta e sábado foram reservados ao trabalho de revisão dos Cânones Diocesanos, atualizando-os ao novo Cânone Nacional. Na sexta feira (16 de junho) tivemos ainda um momento de reflexão sobre a “Conjuntura Atual da Comunhão Anglicana”, conduzido pelo Prof. Dr. Joanildo Burity. Mas tanto trabalho e reflexão deu lugar à festa com o “Arraiá Diocesano”, na noite da mesma sexta feira, e que foi marcado por muita alegria e descontração.

O XXXII Concílio da DAR foi concluído, na manhã do domingo, 18 de junho, com a Solene Celebração Eucarística, presidida pelo Bispo Diocesano e com a participação do Clero e de grande número de leigos e leigas. Na celebração foi oficializado a Elevação de Status Canônico da Paróquia do Bom Samaritano, agora Catedral Anglicana do Bom Samaritano, e a instituição do Revdo. Gustavo Gilson como Deão da Catedral. No final da celebração foi descerrada a placa da nova Catedral Diocesana , na presença de todas as pessoas presentes, pelo Revmo. Bispo Diocesano, Dom João Câncio Peixoto, em companhia do Revmo. Deão Gustavo Gilson.

Visita Episcopal ao Rio Grande do Norte

Ocorreu no último dia 28/05 a visita pastoral do Revmo. Dom João Câncio Peixoto a Paróquia Anglicana em Natal-RN.

O bispo reuniu-se a tarde com a Junta Paroquial, o Ministro leigo João Paulo e os Reverendos Gecionny e Nazareno. A noite presidiu a Eucaristia, fez a homilia e realizou sete Confirmações e duas recepções.

Louvamos a Deus pelo ministério do nosso bispo e seu cuidado pastoral com os Anglicanos (as) potiguares.

Capela reabre para celebrações anglicanas

O Bispo Diocesano João Câncio Peixoto Filho estará em Salvador, na Bahia, para reconsagrar a Capela do Cemitério Britânico (Cemitério dos Ingleses). A celebração acontece na Avenida 7 de Setembro, bairro Barra, nesta sexta-feira (9), a partir das 6h30 da tarde.
Para o Reverendo Bruno Almeida a reaproximação é um motivo para agradecer a Gracas a Deus, desde o primeiro momento que aconteceu o contato. “Fomos bem acolhidos, há um espaço de comunhão e interação entre as comunidades da São Jorge e Paróquia Anglicana, onde a gente inaugura um novo momento para a igreja na Bahia e para essa relação histórica”, comenta. 
Retrospectiva
A história dos anglicanos na Bahia está relacionada com o surgimento do Cemitério dos Ingleses. No começo do século 19, um grupo de imigrantes britânicos desembarcou na capital baiana. Eles estavam acompanhando a comitiva real do Monarca Dom João. Alguns fixaram residência nos bairros Vitória e Barra, e com o tempo conseguiram o direito de celebrar missas nos lares.
Em fevereiro de 1811, o Governador Conde dos Arcos autorizou a criação de um cemitério e capela no terreno que pertencia à Igreja de Santo Antônio da Barra, mas somente quatro anos depois houve a doação da área para que iniciassem a obra. Tudo foi finalizado em 1853, mesmo período que a Igreja de São Jorge foi inaugurada na Praça Campo Grande, região central da cidade.
Foi na década de 70 que ingleses e brasileiros começaram a participar juntos da Missão Anglicana Cristo Redentor. Por causa dos processos de urbanização, a comunidade se transferiu para o bairro Pituba. Em outubro de 76, a missão adota o nome de Paróquia Anglicana do Bom Pastor.
No ano de 1993, o cemitério foi tombado pelo Governo Estadual, passando por uma restauração em 2006. O rompimento da cooperação entre a Associação da Igreja de São Jorge e Cemitério Britânico e a Bom Pastor aconteceu no primeiro semestre de 2010. Meses depois, a paróquia se muda para o bairro Ribeira, mas continua acolhendo membros ingleses e apoiando movimentos de defesa dos direitos humanos.
Foto: Website Bahia Turismo
Texto: Capinan Jr, SRTE 3612 (BA)