Missão aos Marítimos

THE MISSION TO SEAFARERS A Missão aos Marítimos é uma sociedade missionária da Comunhão Anglicana que oferece ajuda e apoio aos marinheiros mercantes. A MISSÃO presta seus serviços através dos capelães designados para os portos em mais de 50 países. Nos navios e nos locais onde existem os centros de apoio, os capelães trabalham com aconselhamento sobre a situação dos marítimos e seus problemas pessoais, oferece ajuda em emergências, além de assistência social e de atendimento espiritual.

Revmo. Filadelfo Oliveira

A Missão aos Marítimos atua em mais de 250 centros (portos) em todo o mundo, fornecendo serviços de comunicação, lojas, serviços de transportes e publica um resumo de notícias bimensal para os marítimos, através do jornal The Sea. Em mais de 120 desses portos, a Missão possui centros de vivencia, conhecidos como Flying Angel Centers, ou Flying Angel Clubs – que oferecem instalações de comunicação e áreas de descanso e relaxamento, e em alguns casos, acomodações.

A Missão aos Marítimos tem suas raízes no trabalho do Rev. John Ashley da Church of England, que em 1835 estava na praia de Clevedon com seu filho, que lhe perguntou como as pessoas em navios no Canal de Bristol poderiam ir à igreja. Reconhecendo as necessidades dos marítimos dos quatrocentos navios à vela no Canal de Bristol, ele criou a Missão do Canal de Bristol.

O Rev. John levantou fundos, e em 1839, e foi construído um navio especialmente projetado para a missão chamado EIRENE. Nele havia uma cabine principal que poderia ser convertida em uma capela para 100 pessoas. O NAVIO EIRENE – BRISTOL 1856 O trabalho do Rev. John Ashley inspirou ministérios semelhantes no Reino Unido, e em 1856 foi decidido que esses grupos deveriam ser formalmente organizados sob o nome de A Missão aos Marinheiros na Superfície, em Casa e no Exterior.

Em 1858, esse nome foi mudado para The Mission to Seamens, hoje, THE MISSION TO SEAFARERS e a organização adotou seu logo Flying Angel, ainda em uso até hoje. THE MISSION TO SEAFARERS À medida que a navegação passava dos métodos de vela para vapor, tornavam-se necessários locais para atendimento aos marítimos, pois agora os navios poderiam atracar no cais porque não precisavam ficar fundeados no mar à espera de um vento favorável. Em resposta, a Missão abriu gradualmente centros para que pudessem receber bebidas leves, salas de leitura e jogos, boa acomodação barata e uma capela.

Rev. Ian Cervantes e Revmo. Filadelfo Oliveira

A Missão agora opera mais de 250 centros (portos) no mundo. No porto de SUAPE, temos atendido os marítimos, no que diz respeito ao transporte até centros de compras, ou casa de câmbio, alem de aconselhamento espiritual e realizando celebração a bordo como aconteceu recentemente, além de ministração de bênção nas diversas dependências do Navio, bem como aos marítimos a bordo.