A Comissão de Ação Social e Direitos Humanos da Diocese Anglicana do Recife tem por Missão conhecer a realidade de nossa gente, os desafios e limites propostos, desenvolver um diálogo aberto e contínuo com a finalidade de sempre favorer a vida humana e o desenvolvimento de todas as pessoas. Membros da Comissão: Esdras Gusmão de Holanda Peixoto - Advogado 55 81 92253116 Ilcélia Alves Soares - Psicóloga 55 81 91470894 Maria Madalena Fonseca Soares - Assistente Social 55 81 96693505 SEMINÁRIO AIDS E IGREJAS A nossa Diocese esteve bem representada no Seminário AIDS E IGREJAS promovido pela Diaconia e Visão Mundial, na segunda-feira, 3 de novembro de 2008, com a presença da Comissão de Ação Social e Direitos Humanos. Estiveram presentes pessoas de várias denominações, organizações e entes públicos que estiveram reunidas para refletir e debater a respeito desta epidemia que assola nossa sociedade vitimando, cada vez mais, adolescentes, mulheres e idosos. Infelizmente se percebeu que a Igreja ainda está muito aquém da urgência colocada pela temática. Temos muito preconceito no lidar com as pessoas que vivem e convivem com o HIV-AIDS. E por outro lado ainda falta muita qualificação para os que dispotos a trabalhar com este ministério possam fazê-lo de forma efetiva e eficaz. Muitos depoimentos, muita partilha, muita participação e disponibilidade para a construção de um mundo mais justo a partir da Igreja no que se refere a pessoas que convivem com o vírus. É fato que a liderança em si ainda deixa muito a desejar. Foi dito um caso em que determinado pastor, de uma igreja não citada, orou por uma pessoa que estava fazendo o tratamento da AIDS e pediu para que a mesma jogasse os remédios fora porque já estvava curada. Pasmem! Oremos para que o preconceito, a falta de conhecimento e o coração endurecido possam ser banidos de nossas comunidades para que pessoas sejam ajudadas em suas necessidades e que a Igreja se disponha, a cada vez mais, tornar possível a vida mais digna e justa para toda humanidade. “VIVEMOS EM MEIO A UMA EPIDEMIA QUE JÁ ALCANÇOU OS BANCOS DAS IGREJAS. E TRAZ A NECESSIDADE DE FORMULAÇÃO DE UMA TEOLOGIA QUE PERMITA FAZER FRENTE ÀS QUESTÕES APRESENTADAS PELO NOVO MOMENTO” 