Ame a Deus, ame ao seu vizinho, transforme o mundo

A Catedral Anglicana do Bom Samaritano está de cara nova. Ao longo do gradil se encontram alguns banners com mensagens para as pessoas que passam na rua e nas calçadas. Também foram colocados dois banners informando os horários das Celebrações Eucarísticas, um para a Rua José Maria de Miranda e outro para a Rua José Aderval Chaves.

Com a sua entrada voltada para a esquina, suas formas triangulares, seus azulejos e cobogós, sempre remetendo à Santíssima Trindade, a disposição da Catedral revela-se um ponto de encontro para todas as pessoas que aqui chegam com as suas diversas origens, classes, cores, ideologias, gêneros e orientações sexuais.

Ame a Deus, ame ao seu vizinho, transforme o mundo. A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil lhe dá as boas vindas.

Igreja em Missão

No último sábado (04/08), o Arcediago do Oeste de Pernambuco, Revdo. Claudio Linhares, visitou a Comunidade Anglicana São Francisco de Assis, em Lajedo/PE, aonde celebrou a eucaristia e o rito da bênção da saúde. Na ocasião, rendemos graças pelo aniversário do Revdo. Ivaldo (28/7) e de sua esposa, Silvana (3/8).

Cine Debate na Paróquia Anglicana Jesus de Nazaré

Aconteceu na tarde do sábado (28/07) o cine debate com o filme “Orações para Bobby”, na Paróquia Anglicana Jesus de Nazaré. O cine debate contou com a participação de várias pessoas que conjuntamente debateram e conversaram sobre qual a importância da Igreja como ferramenta de combate à lgbtfobia. O momento foi uma promoção da equipe da Juventude Anglicana da Paróquia Anglicana Jesus de Nazaré.

Missão aos Marítimos

THE MISSION TO SEAFARERS A Missão aos Marítimos é uma sociedade missionária da Comunhão Anglicana que oferece ajuda e apoio aos marinheiros mercantes. A MISSÃO presta seus serviços através dos capelães designados para os portos em mais de 50 países. Nos navios e nos locais onde existem os centros de apoio, os capelães trabalham com aconselhamento sobre a situação dos marítimos e seus problemas pessoais, oferece ajuda em emergências, além de assistência social e de atendimento espiritual.

Revmo. Filadelfo Oliveira

A Missão aos Marítimos atua em mais de 250 centros (portos) em todo o mundo, fornecendo serviços de comunicação, lojas, serviços de transportes e publica um resumo de notícias bimensal para os marítimos, através do jornal The Sea. Em mais de 120 desses portos, a Missão possui centros de vivencia, conhecidos como Flying Angel Centers, ou Flying Angel Clubs – que oferecem instalações de comunicação e áreas de descanso e relaxamento, e em alguns casos, acomodações.

A Missão aos Marítimos tem suas raízes no trabalho do Rev. John Ashley da Church of England, que em 1835 estava na praia de Clevedon com seu filho, que lhe perguntou como as pessoas em navios no Canal de Bristol poderiam ir à igreja. Reconhecendo as necessidades dos marítimos dos quatrocentos navios à vela no Canal de Bristol, ele criou a Missão do Canal de Bristol.

O Rev. John levantou fundos, e em 1839, e foi construído um navio especialmente projetado para a missão chamado EIRENE. Nele havia uma cabine principal que poderia ser convertida em uma capela para 100 pessoas. O NAVIO EIRENE – BRISTOL 1856 O trabalho do Rev. John Ashley inspirou ministérios semelhantes no Reino Unido, e em 1856 foi decidido que esses grupos deveriam ser formalmente organizados sob o nome de A Missão aos Marinheiros na Superfície, em Casa e no Exterior.

Em 1858, esse nome foi mudado para The Mission to Seamens, hoje, THE MISSION TO SEAFARERS e a organização adotou seu logo Flying Angel, ainda em uso até hoje. THE MISSION TO SEAFARERS À medida que a navegação passava dos métodos de vela para vapor, tornavam-se necessários locais para atendimento aos marítimos, pois agora os navios poderiam atracar no cais porque não precisavam ficar fundeados no mar à espera de um vento favorável. Em resposta, a Missão abriu gradualmente centros para que pudessem receber bebidas leves, salas de leitura e jogos, boa acomodação barata e uma capela.

Rev. Ian Cervantes e Revmo. Filadelfo Oliveira

A Missão agora opera mais de 250 centros (portos) no mundo. No porto de SUAPE, temos atendido os marítimos, no que diz respeito ao transporte até centros de compras, ou casa de câmbio, alem de aconselhamento espiritual e realizando celebração a bordo como aconteceu recentemente, além de ministração de bênção nas diversas dependências do Navio, bem como aos marítimos a bordo.

Paróquia Anglicana da Virgem Maria marca presença no Concílio Diocesano 2018

 

A Paróquia Anglicana da Virgem Maria, Natal/RN, esteve presente com o seu Pároco, Rev. Gecionny Pinto, com o aspirante e membro da Junta Paroquial, Sr.Oldair Pena e a Sra. Adriana Rocha (ministério de louvor e educação cristã), como delegados leigos ao Concílio. E como observadoras a Sra. Erenice Arruda e senhorita Aline. Nosso grupo integrou-se ao Arcediagado Norte da Diocese Anglicana do Recife.

XXXIII Concílio da Diocese Anglicana do Recife se encerra com avanços na inclusividade e no desenvolvimento da Igreja


De 12 a 15 de julho de 2018, delegados e delegadas das diversas comunidades, missões e paróquias da Diocese Anglicana do Recife se reuniram para decidir os rumos da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil na região nordeste do país. 41 pessoas, do laicato e do corpo clerical, reuniram-se no Centro de Vivência Cristã da Catedral Anglicana do Bom Samaritano, no bairro de Boa Viagem, em Recife. Foram compartilhadas experiências entre as comunidades, discutida a situação da diocese, os diversos jeitos de ser Igreja, e maneiras de desenvolver a Igreja em direção aos valores do Reino de Deus. Com 37 votos favoráveis e 3 abstenções, a Diocese Anglicana do Recife aprovou o matrimônio igualitário, permitindo que pessoas do mesmo sexo possam receber o Santo Matrimônio nesta porção reformada da Igreja Católica e Apostólica de Cristo.
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1ª Capacitação da Juventude Diocesana

Nos dias 7 e 8 de Julho, na Catedral Anglicana do Bom Samaritano, Rua José Maria de Miranda, 560 – Boa Viagem – Recife/PE, acontecerá a primeira capacitação para a Juventude da Diocese.

O encontro é aberto à todas as idades, e contará com palestras sobre História do Anglicanismo, Liturgia, Missão e sobre o lugar do jovem anglicano na Igreja e no Mundo.

Para fazer a sua inscrição, basta acessar ao link: goo.gl/9Lnh8S

A IEAB elege seu novo Primaz e Secretária Geral

O Sínodo Geral da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, por unanimidade, elegeu o Bispo Naudal Alves Gomes, Bispo da Diocese Anglicana de Curitiba/PR, como o novo Primaz da 19ª Província da Comunhão Anglicana. A reunião ainda elegeu a Revda. Magda Guedes, como Secretária Geral da IEAB.

IEAB emenda seus cânones e permite o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo

Num momento histórico, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil votou a favor de estender o matrimônio a casais do mesmo sexo por uma grande maioria de votos – 57 a favor, 3 contra e 2 abstenções. Esta é a terceira vez que o assunto é trazido à consideração do Sínodo Geral.

A mudança canônica foi aprovada num ambiente pleno do Espírito Santo, amor mútuo e respeito. Foi precedida por um diálogo longo, profundo e espiritual. Esse diálogo formalmente iniciou em 1997, embora tenha um histórico informal muito mais antigo. Atingiu toda a província desde então, através da metodologia indaba, conferências, consultas, orações e publicações bíblico-teológicas.

O Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD) e o Centro de Estudos Anglicanos (CEA) receberam a comissão do Sínodo Geral de 2013 (o primeiro a receber tal pauta formalmente) de modo a aprofundar o diálogo entre as dioceses da província. É digno de nota que o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo é legal no Brasil inteiro desde 2012.

Recebemos representantes internacionais como o Primaz da Igreja Episcopal Escocesa, Bispo Mark Strange, e da Bispa Linda Nichols, da Diocese de Huron (Igreja Anglicana do Canadá). Ambos partilharam com o Sínodo Geral suas experiências provinciais relativas ao tema.

Reafirmamos nosso compromisso com o Evangelho de Jesus e a pertença à Família Global Anglicana, à medida que buscamos continuar a caminhar conjuntamente com aquelas pessoas de quem discordamos e responder aos desafios à nossa frente, dentro de nossos contextos.

“Senti a decisão como resultado da presença e trabalho do Espírito Santo. Isso amplia nossas fronteiras, permitindo que nós possamos ser mais acolhedoras(es) à diversidade no nosso país”, disse o Primaz do Brasil, Bispo Francisco de Assis da Silva.

O Secretário Geral da IEAB, Rev. Arthur Cavalcante, deu seu testemunho ao Serviço de Notícias: “Como membro da comunidade LGBT, acompanhei esse debate desde seu início, primeiramente como leigo e depois como clérigo ordenado. Senti na pele a discriminação e a perseguição quando me assumi na Diocese do Recife, e vi colegas terem lutas similares. Algumas pessoas deixaram a Igreja, outras perderam fé nas suas estruturas. Quando fui escolhido Secretário Geral em 2011, a Igreja estava ciente de minha orientação sexual e do fato de que estava em união estável com meu companheiro, Dr. David Morales. Isso não foi impedimento a tal função crucial. Em 2016, tivemos um sínodo extraordinário de modo a discutir nossos cânones como um todo. A discussão acerca do Santo Matrimônio foi muito desafiadora porque convidou a Igreja a falar sobre o tema mais abertamente. Permitiu às dioceses participar de discussões aprofundadas num tópico que não tinha sido plenamente debatido em todas as partes da Igreja até então. Sinto-me orgulhoso em testemunhar esse dia histórico para a Igreja brasileira, que é também o dia em que celebramos o 128o aniversário de sua fundação pelos nossos pioneiros e pioneiras. Nos posicionamos como um farol num momento em que este país (e o mundo) encontram tamanhas dificuldades, como o fundamentalismo religioso e as intolerâncias. Termino meu mandato como secretário geral plenamente realizado.”

Não serão necessárias mudanças litúrgicas, visto que o rito matrimonial do Livro de Oração Comum de 2015 foi adequado à neutralidade de gênero e deverá ser usado para a celebração do matrimônio entre duas pessoas de quaisquer gêneros.

Palavra do Bispo Primaz da IEAB sobre a “nova província anglicana do Brasil”

Santa Maria, 15 de maio de 2018

Irmãos e irmãs
Tenho assistido a diversas manifestações nos últimos dias a respeito da criação de uma “província” anglicana do Brasil. Através de redes sociais, tem sido anunciada esta nova organização eclesiástica que se auto-define como anglicanos fiéis à Escritura que não aderiram ao chamado “liberalismo teológico”.
Em longo texto de apresentação, em sua página do Facebook, esta “província” se assume como sucessora de movimentos de reavivamento evangélico que teve sua origem na cidade do Recife e foi inspirado por um conjunto de lideranças que pertenceram à Diocese Anglicana do Recife.
Este é o grupo que rompeu com a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, em 2004, apropriando-se de templos e imóveis da IEAB e causando um cisma que quase destruiu a diocese, naquela década de tantos conflitos dentro da Comunhão Anglicana.
Após um longo período de disputa judicial, finalmente a Justiça deu ganho de causa à IEAB declarando-a legítima detentora dos templos e propriedades. Estes templos hoje estão gradativamente sendo os espaços de reconstrução missionária da Diocese Anglicana do Recife.
É importante esclarecer ao público que esta “província” anglicana do Brasil não tem comunhão a Sé de Cantuária, não estando submetida ao Arcebispo de Cantuária, mas a uma aliança de conservadores sob a direção do Primaz de Uganda, Stanley Ntagali, um dos líderes de contestação ao Arcebispo Justin Welby, que inclusive boicotou a última reunião dos Primazes, realizada em Cantuária, em outubro passado.
Como Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, conclamo nossos fiéis a estarem atentos para não serem identificados com este movimento. Inclusive, mediante redes sociais, muitos dos nossos fiéis, e alguns líderes têm sido associados à página chamada Beleza da Igreja Anglicana. Isso causa confusão porque há inclusive uso indevido de fotos de comunidades da IEAB como se fossem parte dessa tal “província”.
É muito importante deixar claro que não temos nenhuma relação, comunicação ou intenção de relação com esta dita província anglicana. Este alerta serve também para os nossos parceiros ecumênicos. A liberdade de organização é um direito constitucional em nosso país e, portanto, não queremos estabelecer nenhuma relação conflitiva no campo eclesial e teológico com este segmento.
Conforme expressou o Secretário Geral da Comunhão Anglicana, arcebispo Josiah Idowu-Fearon ao Church Times: “Esta província não é reconhecida como em comunhão com Cantuária. A última província oficialmente reconhecida pela Comunhão é a do Sudão do Sul, criada em 2017. Portanto não há nenhuma nova província”. Indagado pela repórter do mesmo jornal, respondi que “nossa IEAB é parte do movimento de Jesus e estamos dispostos a fazer o que ele nos pede: acolher todas as pessoas com amor e viver em justiça e em verdade”.
Francisco de Assis da Silva

Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Diocesano em Santa Maria