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Mensagem de Páscoa do Bispo Primaz da IEAB

O cerne da mensagem cristã e a força motora do testemunho do movimento de Jesus é a proclamação do Mistério Pascal. Nele se encerra a proclamação mais solene do poder de Deus sobre a morte: “Ele não está aqui” Mt 28:6

Vivemos tempos de medo. Aqui e ali, se multiplicam as ações de ódio e violência política arquitetadas por grupos radicais religiosos e motivados por políticos que exploram os sentimentos de xenofobia, racismo, e fundamentalismos.

Vivemos tempos de crescimento da exclusão de pessoas vulneráveis, vítimas de políticas que reafirmam a lógica de exploração de um capitalismo que só beneficia os mais ricos. Milhões sofrem de fome, enquanto alguns poucos acumulam riquezas de origem duvidosa em paraísos fiscais. Ou então desviam recursos essenciais para as políticas públicas através de ações criminosas. Ou ainda, usam do expediente da evasão de tributos para aumentar os seus ganhos.

Num cenário com essas contornos sofríveis, parece que ecoa e nosso coração, a fala de Jesus no momento mais doloroso de sua vida: Eloi, Eloi, lama sabactani! Sim, nos sentimos desamparados. Olhamos para um lado e para outro e nos sentimos completamente fragilizados.

No entanto, o mesmo Deus que “ressuscitou dos mortos a Jesus Cristo”, nas palavras do corajoso Pedro diante da multidão em Pentecostes, é o mesmo Deus que nos garante que as coisas que são derrubadas, serão levantadas e que os últimos, na escala do poder, precederão os poderosos no Reinado de Cristo.

Que nesta Semana Santa caminhemos lado a lado com Jesus experimentando as dores da injustiça, diante do poder da opressão religiosa e do poder imperial. Sejamos corajosos contra aquelas pessoas que lançam escárnios contra nós porque se acham vencedores. E quando chegar a hora em que o silêncio parece indicar o fim, exultemos pelo poder da ressurreição. Cristo nos antecede neste momento de vitória! E saberemos que a última palavra de Deus é a uma palavra de vida. E vida abundante!!
Nada resiste à luz da manhã que dissipa as trevas. A luz de Cristo brilha em nós e por isto nos tornamos testemunhas de seu Reinado sobre nós e sobre um mundo de paz e justiça para todos os seres. Só o poder da Ressurreição é que nos dá essa alegria e essa coragem.

Ergo meu espírito aos céus para honrar aos irmãos e irmãs que tem sido vítimas do ódio religioso. Das pessoas que tem sido martirizadas por causa de sua fé. Estendo meus pensamentos e orações para nossos irmãos e irmãs coptas que perderam a sua vida recentemente enquanto adoravam o Senhor, na cidade do Cairo. Que Cristo  os acolha na sua glória.

Que na aurora deste Domingo de Páscoa escutemos o Cristo dizendo a nós: Sou Eu; não temais!

Uma abençoada Páscoa a todo o povo de Deus!

Francisco de Assis da Silva

Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Diocesano em Santa Maria

Carta Aberta sobre a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista

Como Câmara Episcopal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, manifestamos, por meio desta nossa preocupação através deste posicionamento profético e pastoral diante do Projeto de Reforma da Previdência (PEC 287/2016), Projeto de Reforma Trabalhista, e a recentemente aprovada Lei da Terceirização, questionada pelo Ministério Público no Supremo Tribunal Federal.

A Reforma da Previdência

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) enviou para todas as igrejas membro um estudo feito pela ANIFP (Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) e pelo DIESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), sob o título “Previdência: reformar para excluir?”. Neste estudo fica amplamente demonstrado que:

  1. A política de “austeridade econômica” que promove “o corte nos gastos públicos, sem poupar as políticas sociais e os investimentos, acompanhado por aumento das taxas de juros e por restrição severa do crédito, contribuiu para (…) uma depressão econômica”, com diminuição de contribuições para a Previdência Social.
  2. Que a ANFIP demonstra que “a Seguridade Social é superavitária mesmo com a crescente subtração das suas receitas pela incidência da Desvinculação das Receitas da União (DRU)(…) com as desonerações tributárias concedidas pela área econômica do governo sobre as suas principais fontes de financiamento”.
  3. Que aposentadoria por idade, 60 anos para a mulher e 65 anos para o homem, já está estabelecida no artigo 201 da Constituição de 1988, é que “atualmente 53% das aposentadorias são por idade, contra 29% por tempo de contribuição e 18% por invalidez”.
  4. Em caso da invalidez, o projeto exige “incapacidade permanente”, com 51% da remuneração mais um porcentual por ano contribuído, o que, além de deixar estas pessoas necessitadas em situação precária não ampara as vítimas de acidentes de trabalho ou a chamadas “doenças profissionais”.
  5. A não consideração de uma série de desigualdades como: entre homens e mulheres (sendo que as mulheres têm maiores dificuldades para encontrar emprego, com menor remuneração e, geralmente, dupla jornada); entre o meio rural e urbano (sendo que o benefício previdenciário tem permitido às pessoas a permanência no meio rural e tem apoiado o desenvolvimento a 88% dos municípios do país, com menos de 50 mil habitantes) e entre expectativa de vida e saúde (considerando as diferenças regionais, e as atividades laborais), entre outras.
  6. O fim da vinculação do piso da aposentadoria ao salário mínimo condenará à miséria a 28,3 milhões de pessoas que recebem benefícios diretos e suas famílias, além de mais 40 milhões de pessoas amparadas pelo seguro desemprego e outros benefícios.

O impacto de uma reforma desta índole para a Previdência Social do Brasil é desumano, cruel e devastador, com conseqüências que levarão para a miséria extrema a milhões de pessoas, e forçarão outros tantos milhões a trabalharem até sua morte, desamparando suas famílias. O Brasil que já destaca pela injusta distribuição da riqueza entre pessoas ricas e pobres verá aumentada esta desigualdade.

Reforma Trabalhista e flexibilização da negociação coletiva e terceirização

O mesmo estudo, antes mencionado, afirma que “liberação da terceirização, inclusive com a possibilidade de ‘terceirização em cadeia’ e intensificação da rotatividade, e a prevalência do negociado sobre o legislado apontam no sentido contrário, de enfraquecimento da remuneração do trabalho e de expansão das formas informais e ilegais de contratação”.

Quando a terceirização é aplicada a educação, saúde e segurança, servirá como caminho de evasão de responsabilidades públicas sobre estes setores, e o progressivo desamparo da população.

Por que nos manifestar

O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, declara bem-aventuradas, as pessoas que tem “fome e sede de justiça” por que é elas serão fartas! (Mateus 5.9), e a Carta de Tiago nos lembra “Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” (3.18). Portanto, não podemos nos omitir diante desta tragédia humanitária que estas reformas promovem. Trata-se, pela sua simples proposição em um desrespeito e uma violenta ameaça para este país. Sinal de governantes ilegítimos que, não conseguindo defender esta agenda em um processo democrático com participação popular ampla, o fazem usurpando os poderes que pertencem ao conjunto de cidadãs e cidadãos do Brasil.

Cremos que, pela união das forças de todas as pessoas de boa vontade, este haverá reversão deste quadro. Conclamando assim à mobilização em favor dos direitos das pessoas trabalhadoras, da melhor condições de trabalho e do amparo justo especialmente para mais pobres e vulneráveis de nossa sociedade. Como poderemos ter paz, se promovemos a injustiça, a morte e a exclusão?

Rio de Janeiro, 05 de abril de 2017.

Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo Primaz e Diocesano da Sul Ocidental

Dom Naudal Gomes, Bispo da Diocese Anglicana de Curitiba

Dom Filadelfo Oliveira, Bispo da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro

Dom Mauricio Andrade, Bispo da Diocese Anglicana de Brasilia

Dom Saulo Barros, Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia

Dom Renato Raatz, Bispo da Diocese Anglicana de Pelotas

Dom Flavio Irala, Bispo da Diocese Anglicana de São Paulo

Dom Humberto Maiztegui, Bispo da Diocese Meridional

Dom João Peixoto, Bispo da Diocese Anglicana do Recife

Dom Eduardo Grillo, Bispo Coadjuntor da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro

Dom Clóvis Rodrigues, Emérito

Dom Almir dos Santos, Emérito

Dom Celso Franco, Emérito

Convite: Ordenação Presbiteral do Revdo. Eduardo Henrique

O Reverendíssimo Dom João Câncio Peixoto Filho, por graça de Deus e eleição do povo, Bispo da Diocese Anglicana do Recife, sede da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil na Região Nordeste, no 4º ano de sua Sagração Episcopal, convida Vossa Senhoria, Exma. Família e Comunidade, para participar da Solene Liturgia Eucarística, quando será ordenado ao Ministério Presbiteral o Revdo. Eduardo Henrique Alves da Silva, A realizar-se na Catedral Anglicana do Bom Samaritano (R. José Maria de Miranda, 560, Boa Viagem, Recife, PE) no dia 06 de maio de 2017 (sábado) às 17:00 h.

Convite-Presbiteral.VF

Templo, Teatro e Mercado: As Igrejas Neopentecostais no Brasil

cartaz-Neopentescostais

No sentido de aprofundar a reflexão sobre a realidade das Igrejas Neopentecostais no Brasil, o Seminário Anglicano de Estudos Teológicos (SAET), da Diocese Anglicana do Recife (DAR), Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), tem a alegria de convidar para um momento de partilha com o tema: “TEMPLO, TEATRO E MERCADO: As Igrejas Neopentecostais no Brasil”, com o Sr. Rafael Vilaça. Ele é mestre em Ciência da Religião pela UNICAP (Universidade Católica de Pernambuco).
Dia: 30 de março de 2017 (quinta-feira)
Hora: 19:00 h
Local: Centro Anglicano de Convivência Cristã (Catedral do Bom Samaritano)
R. José Maria de Miranda, 560, Boa Viagem, Recife, PE. Brasil.

Paróquia Anglicana da Virgem Maria – RN

A paróquia Anglicana da Virgem Maria recebeu no mês Janeiro duas visitas especiais, primeiro do seu fundador, O Rev. Severino Abel (atualmente clérigo da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro) que presidiu a Eucaristia, pregou e ministrou a bênção da saúde aos paroquianos.

Rev.Abel pregando na Paróquia

Depois a Revda. Eliane Cristina (Pároca da Paróquia Boas Novas em Caaporã – PB) que foi a primeira reverenda a presidir a Santa Eucaristia em nossa comunidade depois que o Rev. Gecionny Pinto assumiu como pároco. Na ocasião a pregação foi proferida pelo Ministro Pastoral Williams Portela.

Rev.Eliane presidindo a Missa pregação Williams

A comunidade paroquial alegra-se com a visita destes irmãos(ãs) e louva a Deus com o salmista no salmo 133:1 – “Oh, quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união”.

Anglicanos participam do Jubileu da Ordem Franciscana

WhatsApp Image 2017-01-11 at 14.47.41Nesta quinta-feira, 11 de janeiro, às 10h, na Capela Dourada de São Francisco, no centro do Recife, aconteceu uma celebração ecumênica e inter-religiosa em acolhimento das relíquias de São Francisco de Assis, que tem percorrido o mundo em comemoração ao Jubileu dos 800 anos da Ordem Franciscana. A Reva. Lílian Conceição representou a Diocese Anglicana do Recife no evento.

Participaram do evento o Fórum Diálogos, representantes da Igreja Católica Romana, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, da Igreja Sírio-Ortodoxa de Antioquia, e de outras expressões religiosas como o Islamismo, o Judaísmo, o Espiritismo, a Umbanda, o Candomblé, e a Fé Bahai. Leia mais

Diocese recebe novos Reverendos

A Diocese Anglicana do Recife (PE) tem dois novos Presbíteros. As liturgias foram realizadas durante a visita do Bispo Diocesano João Câncio Peixoto Filho na Bahia.
Na tarde do sábado (3) Dom Peixoto presidiu a celebração onde se deu o reconhecimento de ordem do professor Adriano Portela dos Santos. O culto aconteceu na Escola Municipal João Marinho Falcão, localizado na Chácara São Cosme, bairro Olhos D’Água, na cidade de Feira de Santana. Entre os convidados estavam familiares, amigos e membros de outras matrizes religiosas. Depois da sua primeira Oração Eucarística, o Presbítero Adriano fez um discurso de agradecimento e frisou: “toda vocação é uma história de amor que começa na relação entre Deus e cada pessoa em particular… Eu estou dizendo, Senhor eu aceito como sempre aceitei o dom que o Senhor me deu, o chamado que eu senti, desde lá da minha casa, com a minha família em Santo Amaro… estou aqui para servi-lo com simplicidade e da maneira que puder”.

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O encerramento da agenda pastoral foi com a ordenação do Funcionário Público Carlos José de Araújo ao Presbitério. A celebração e a Santa Ceia aconteceram na manhã do domingo (4) na Paróquia Anglicana do Bom Pastor, bairro Bonfim, capital baiana. Antes da benção final, o Rev. Carlos também pronunciou palavras para agradecer a presença da mãe – Senhora Josefa Araújo – irmãos, sobrinhos, colegas de trabalho e paroquianos. Para a Secretária Noemi Alves foi uma novidade ter participado da liturgia. “Eu gostei porque nunca tinha visto aquela movimentação, as roupas são bonitas”, declarou.

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Nas duas celebrações estiveram presentes clérigos e leigos de todas as comunidades anglicanas em atividade no Estado. De Itaparica veio a Presbítera Janice Matos (Cristo o Salvador). Ilhéus foi representado pelos Rev. Adauto Santos (Jesus o Mestre) e Rev. Nildemar Andrade (Santíssima Trindade). E o Rev. Glauber Jânio (Cristo Rei) simbolizou a igreja no município de Alagoinhas.

Texto e fotos: Capinan Junior DRT 3162 BA

Mensagem da Câmara Episcopal aos Fiéis e ao Clero da IEAB 

CARTA DA CÂMARA EPISCOPAL SOBRE ATITUDES CISMÁTICAS NA IEAB

“Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz”.

Carta aos Efésios 4.3

A Câmara Episcopal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) durante esta semana tem sido solicitada a expressar sua palavra pastoral sobre uma Petição Pública que tem sido veiculada pelas redes sociais convidando a adesão a uma Aliança de Comunidades Anglicanas na IEAB.  Certamente este tipo de composição está fora da forma de ser dos Anglicanos, visto que na eclesiologia Anglicana uma aliança de comunidades é representada pela Diocese.

A Câmara Episcopal como pessoas escolhidas pela Graça de Deus e vontade do povo reafirma que todos os bispos, sejam eles diocesanos ou eméritos, prometeram “preservar a fé, a unidade e a disciplina” na Igreja, e que os bispos da IEAB estão unidos para cumprir sua tarefa de unidade na Igreja.

A Câmara Episcopal, reafirma o ordenamento canônico aprovado no último Sínodo, o qual expressa:

a. Qualquer movimento interno da IEAB, organizado deliberadamente sem o consentimento episcopal, constitui uma desobediência ao voto de ordenação, de seguir a orientação pastoral do bispo (a), conforme o Exame Canônico dos respectivos ritos de ordenação.

b. Que a manifestação de ameaças de cisma relativas a qualquer decisão tomada ou em discussão dentro da IEAB, constitui uma atitude explicitamente mencionada nos novos cânones e passível de medidas disciplinares.

Na nossa história recente, a IEAB tem sofrido diversas ações que atentam contra o ethos, ou a forma de ser que esta Província Brasileira tem escolhido como contribuição para a Comunhão Anglicana e para toda a Igreja Católica de Cristo, a saber os oito princípios presentes na Constituição da IEAB:

I. Unidade de todas pessoas cristãs;

II. Solidariedade;

III. Dignidade de toda pessoa humana;

IV. Fraternidade;

V. A Integridade da Criação Divina;

VI. Respeito à pluralidade religiosa;

VII. Inclusividade;

VIII. Promoção e garantia dos Direitos Humanos.

Sendo assim, como episcopado desta igreja, nos sentimos no dever ético e pastoral de zelar por estes princípios, sem pretender impedir o direito à livre expressão de opiniões, enquanto elas sejam no sentido de respeitar a doutrina, a disciplina e o culto desta igreja na qual livremente juramos fidelidade.

Finalmente, conclamamos a todas as pessoas que tem expressado ou apoiado atitudes cismáticas a mudarem de atitude e buscar se expressar e agir na salvaguarda da unidade da igreja, seu ethos, seus ordenamentos canônicos e suas autoridades, de forma a qualificar esta parte da Igreja, Una, Santa, Católica e Apostólica como instrumento adequado para a Missão de Deus no mundo.

Santa Maria, 02 de dezembro de 2016

++Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo Primaz,

Diocesano da Sul Ocidental (DSO) e do Distrito Missionário Anglicano (DMA)

+Dom Naudal Gomes, Bispo da Diocese Anglicana de Curitiba (DAC)

+Dom Filadelfo Oliveira, Bispo da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro (DARJ)

+Dom Mauricio Andrade, Bispo da Diocese Anglicana de Brasilia (DAB)

+Dom Saulo Barros, Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia (DAA)

+Dom Renato Raatz, Bispo da Diocese Anglicana de Pelotas (DAP)

+Dom Flavio Irala, Bispo da Diocese Anglicana de São Paulo (DASP)

+Dom Humberto Maiztegui, Bispo da Diocese Meridional (DM)

+Dom João Peixoto, Bispo da Diocese Anglicana do Recife (DAR)

Diocese Anglicana do Recife recebe novos Prebíteros

O Bispo Diocesano João Câncio Peixoto Filho estará na Bahia para cumprir agenda oficial. A visita inicia na Missão Cristo Rei, bairro Santa Terezinha, município de Alagoinhas, na próxima sexta-feira (2). Segundo informações do Diácono Glauber Santos, responsável pela missão, “às 6h da tarde teremos um chá e em seguida começa a missa eucarística a partir das sete da noite”.
Na tarde de sábado (3), a partir das 4h da tarde, Dom Peixoto fará o reconhecimento de ordem do professor Adriano Portela dos Santos. O culto especial acontece na Escola Municipal João Marinho Falcão, localizado na Chácara São Cosme, bairro Olhos D’Água, na cidade de Feira de Santana.
O encerramento da agenda pastoral vai ser com a ordenação do Funcionário Público Carlos José de Araújo ao Presbitério. A missa e a Oração Eucarística estão marcadas para o domingo (4) às 9h45, Domingo de Advento, na Paróquia Anglicana Bom Pastor, no bairro Ribeira, capital baiana.
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O Padre em romances
Antes do cerimonial de reconhecimento das ordens de Portela, os convidados participam do coquetel de apresentação da obra O Padre Imoral: representação do padre na literatura (Século XIX), que será às 3h da tarde, também na Chácara São Cosme. O livro é o produto final da tese escrita por Santos para obter o grau de Mestre em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).
Há três anos o pesquisador escreveu uma monografia sobre como são apresentados os padres na literatura brasileira, estabelecendo uma análise dos religiosos que aparecem nos livros Eurico o Presbítero (Alexandre Herculano) e O Crime do Padre Amaro (Eça de Queirós). Ele explica que pretende continuar o estudo no doutorado, “só que comparando um romance brasileiro (o Missionário) e outro português (O Crime do Padre Amaro). Eu quero saber como e através de que processos os romances esteriotipavam os padres”, afirma.

Ponto Missionário

Adriano e a esposa Renata começaram a convidar amigos, parentes e vizinhos com o objetivo de praticar ofícios anglicanos nos lares, aos sábados pela tarde. As primeiras reuniões foram feitas no bairro Tomba (Feira de Santana/ BA) na Páscoa de 2015. Foi assim que surgiu a ideia de criar o Ponto Missionário Ressurreição do Senhor.

A celebração oficial aconteceu em abril deste ano, na casa da professora Ana Maria Magalhães Bastos (63), bairro Jardim Acácia e foi presidida pelo Reverendo Bruno Luiz Teles de Almeida. Portela tem planos para “consolidar a identidade anglicana nos membros, tornar a comunidade conhecida na cidade e conseguir um local específico para o culto”, declara.

Ordenações ao Sacerdócio na Bahia

No 3º Ano de sua Sagração, Dom João Câncio  Peixoto Filho, Bispo da Diocese Anglicana do Recife, convida aos amigos e a Comunidade Anglicana para a Celebração Eucarística em que serão canonicamente reconhecidas as ordens do Rev. Adriano Portela dos Santos. Local: Escola Municipal João Marinho Falcão, Feira de Santana/BA. Data: 03 de Dezembro de 2016, às 16h. Na ocasião, o Rev. Adriano lançará o seu livro, fruto da dissertação de Mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura da UFBA.

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No dia 04 de Dezembro, às 09:40, na Paróquia Anglicana do Bom Pastor, Salvador/BA, será ordenado ao Ministério Presbiteral o Rev. Carlos José de Araújo.

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Sua presença e orações são desejadas!